Minutas da primeira reunião REBRAC (setembro de 2015)

Minutas da primeira reunião REBRAC, sábado, 26 de setembro de 2015

Senate House, Universidade de Londres.

Presentes: Sara Brandellero, Stephanie Dennison, Tori Holmes, Lúcia Sá, John Gledson, Carmen Villarino, Ana Paula Cardozo de Souza, Ana Lessa, Leonardo Tonus, David Treece, Tatiana Heise, Lúcia Villares, Antônio Márcio da Silva

Treze conferencistas voltaram a Senate House na manhã de sábado para discutir a fundação e perspectivas futuras da REBRAC (Rede Europeia de Brasilianistas de Análise Cultural)

1)       Começamos falando da gênese da rede/os motivos por criá-la:

·         Reconhecemos a importância de ter um espaço (intelectual e virtual) dedicado aos Estudos Culturais/Análise Cultural, dado o crescimento de pesquisa na área e a natureza dispersa dos estudos culturais brasileiros na Europa.

·         Consideramos que a nova rede colaborará com facilidade, e de forma muito produtiva, com associações britânicas/europeias existentes, tais como a AIL (Associação Internacional de Lusitanistas); ABIL (Associação Britânica e Irlandesa de Lusitanistas), AHGBI (Associação de Hispanistas da Grã-Bretanha e Irlanda ), SLAS (Sociedade de Estudos Latino-americanos); PILAS (Pós-graduados em Estudos Latin-americanos),  e ABRE (Associacão de Brasilianistas da Europa), quando for lançada.

·         Nossa rede se propõe como um agrupamento voltado para a promoção da nossa pesquisa e para a criação de oportunidades de colaboração.

·         As fundadoras da rede (S.Dennison, T. Holmes e S. Brandellero) apresentaram o  modelo de rede que foi uma das inspiracões na criação de REBRAC: Film Festival Research Network (http://www.filmfestivalresearch.org/), uma rede que visibiliza a pesquisa na área, serve de fórum (via website) para discutir o tema, e organiza painéis etc em congressos de associações acadêmicas de estudos de cinema.

2)      Debatemos os critérios de filiação à rede:

·         Em vez de chegar a uma definição potencialmente restritiva dos Estudos Culturais, preferimos que os membros se auto-identifiquem como pesquisadores na área. Utilizamos também a expressão “Análise Cultural” em uma tentativa de ter uma visão mais ampla da nossa área de pesquisa.

·         Membros têm que estar baseados na Europa.

·         Brasilianistas com status de visitante em instituições europeias (como pós-doutorandos, por exemplo) podem se filiar à rede pela duração da estadia na Europa.

·         Aceitaremos pedidos de filiação de professores, pesquisadores, alunos de pós-graduação e de alunos do útimo período dos estudos de graduação.

·          Membros também podem ser profissionais que trabalhem na área de estudos culturais/análise cultural não filiados a instituições acadêmicas, desde que estejam baseados na Europa.

·         Filiação será feita por meio do preenchimento de formulário de cadastro, no qual os membros poderão incluir informações pessoais, profissionais com o intuito de visibilizar sua pesquisa online. O formulário estará disponível em breve!

 

3)      Falamos da difusão da rede para possíveis membros:

·         Os representantes de instituições da Europa continental enfatizaram a importância de reconhecer as diferenças a nível organizacional quando comparado com a experiência de pesquisadores no Reino Unido.

·         Sugerimos várias estratégias de criar um banco de dados de possíveis membros da rede (listas de departamentos de Português fornecidas por Embaixadas; Conexões Itaú, etc etc)

 

4)      Falamos de futuros eventos, no embalo do sucesso do  primeiro congresso internacional:

·         Já que estamos em fase inicial de desenvolvimento da rede, achamos por enquanto oportuno focar na organização de um evento REBRAC anual (em vez de vários regionais, por exemplo) que todos possam assistir. Data: 2016. Novembro, para evitar coincidir com datas de outros eventos de associações acima-mencionadas.

·         Local: várias possibilidades foram sugeridas. Tori Holmes e Leonardo Tonus ficaram de investigar a questão de apoio em Queen’s, Belfast, e Sorbonne, Paris, respectivamente.

·         Vamos investigar a possibilidade de aproveitar os fundos ERASMUS, entre outros.

·         Duração: 1 a 1,5 dias, com apresentações curtas.

 

5)      Observação sobre a organização da rede:

Na fase de consolidação, as criadoras da rede, Dra Stephanie Dennison (Leeds), Dra Tori Holmes (Queen’s Belfast), Dra Sara Brandellero (Leiden), se dispõem a continuar no papel de organizadoras. Estamos obviamente abertas a propostas de ajuda e colaboração. Em consulta posterior à reunião, cooptamos uma representante do corpo de pós-graduação: Ana Paula Cardozo de Souza (doutoranda da Universidade de Leiden).

 

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